Investimentos

Para você que está ingressando agora no mundo dos investimentos e está inseguro, além das dúvidas sobre como investir no mercado de ações, fique tranqüilo, pois não é tão complicado assim!
Com algumas orientações e com ajuda de um profissional competente logo irá se adaptando a este fantástico mercado financeiro.
Neste artigo vamos explicar em síntese o que precisa saber, para que se encoraje nos seus primeiros passos.

Relembrando o que são as ações

Uma ação é uma parcela de alguma empresa específica, que adquirindo você estará se tornando “sócio”, e assim passa a ter direitos, que também incluem participar dos lucros da empresa.
Quanto mais à empresa progredir, mais você será beneficiado, podemos dizer que você é “dono da ação”?

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Em quatro situações você vai aprender a investir em ações:

1. Fundos de Investimentos como primeira opção

Nesta modalidade você irá comprar as cotas de uma carteira previamente montada por um profissional que será o gestor principal e você estará sujeito as decisões deste gestor, de investir ou não em determinada ação. Evidentemente que o gestor também terá que cumprir regras.
Essa é uma ótima opção para quem está começando no mercado de ações e deseja aplicar suas economias. É importante que você saiba que:
• As vantagens são:

 É interessante para quem tem pouco dinheiro para investir;
 Os custos são diluídos entre todos que compõe o grupo gerenciado por este gestor;
• Não há uma desvantagem significante, a única exceção é que você não escolhe os ativos, mas isso muitas vezes é benéfico, pois a experiência é uma condição relevante para você se dar bem investindo em ações.

2. Os clubes de investimento ou pequenos condomínios

Como o próprio nome já diz, são pessoas físicas que formam um grupo, que com objetivo comum de comprar ações. O procedimento é semelhante ao fundo de ações e sempre é muito bom, porque a divisão das despesas também é diluída entre todos.
E você poderá investir considerando o seguinte:
• Quantidade de participantes de 3 a 50;
• E a composição da cota deverá ser de 67% em ações; bônus de subscrição, debêntures conversíveis em ações de emissão de companhias abertas, recibos de subscrição, cotas de fundos de índices de ações negociados em mercado organizado e certificados de depósitos de ações.
• E nenhum cotista deverá ter mais de 40% de cotas sozinho.
É muito vantajoso para quem possui menos de R$10.000,00 e a diluição dos custos é outro atrativo interessante e como nos fundos de investimento o gerenciamento é feito pelo administrador eleito em Assembléia.

 

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3. ETFs – (Exchange Traded Funds)

Calma, não precisa se assustar com este nome, que de fato é um pouco estranho, mas saiba que os ETFs, são fundos muito semelhantes às ações e também negociados na Bolsa de Valores.
Você já deve ter ouvido falar em uma cesta de ações, esses são o ETFs, que além do um ativo, entram, às vezes mais de 60 ações compradas com a mesma ordem.
Pode ser bem interessante, pois:
• Vantagens: Pois a rentabilidade é maior que outros fundos;

• Desvantagens: não é indicado para baixas quantias, pois o custo mensal é variável, quanto maior o investimento menor sua incidência.

4 . Montar uma Carteira de Ações

Agora quero chamar sua atenção para o seguinte:
Montar uma carteira de ações que tenha bons rendimentos vai exigir sim ajuda de um bom profissional, por que:
• Precisa ter rentabilidade acima do mercado;
• Mais cuidado ainda se tem pouco dinheiro para investir;
• Os custos são grandes e podem não compensar o rendimento;
• Os dividendos são pequenos e poderá encontrar problema para reinvestir;
• Sempre pense em retorno em longo prazo.

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Essas são algumas considerações básicas para que você se familiarize com as linguagens de investidor.
Parece complicado? Sim no início é vital que você se dedique em entender todos os procedimentos para investir com o menor risco possível, e principalmente com quanto você poderá começar a investir, por isso, leia nosso próximo artigo, que abordará este assunto.

 

O que são títulos públicos?

Os títulos públicos são emitidos pelo governo federal, que tem como objetivo juntar dinheiro para pagar e financiar suas atividades, como educação, saúde e infraestrutura.

Assim, quando uma pessoa compra um título público, está emprestando dinheiro ao governo. O órgão responsável pela emissão dos títulos é a Secretaria do Tesouro Nacional.

Como investir

As pessoas podem comprar títulos de duas maneiras. A primeira delas é participando de um fundo que invista neles. Nesse caso, a compra dos títulos é realizada por um administrador profissional.

A segunda forma é comprar diretamente na Secretaria do Tesouro, pela Internet, por meio de um serviço chamado Tesouro Direto .

Para realizar essa compra direta, a pessoa precisa ter CPF (Cadastro de Pessoa Física) e estar cadastrada em um banco ou corretora habilitados a operar o Tesouro Direto. Esses operadores habilitados são chamados agentes de custódia.

O cadastro em um banco ou corretora também é necessário para quem investe por meio de um fundo.

Nele, deve ser informado nome, profissão, endereço e entregues cópias do RG, CPF e comprovante de residência do investidor.

Assim, a corretora abre uma conta desse investidor na BM&FBovespa. Cada instituição determina qual a quantia mínima para a abertura da conta.

A lista destas entidades é encontrada neste link http://zip.net/byrryW.

Para quem opta pela compra direta, depois de feita a inscrição em um destes bancos ou corretoras, o investidor recebe uma senha para ter acesso à operação pela Internet.

A negociação é feita no site do Tesouro Direto (link: http://zip.net/bqrs5J).

Os títulos públicos podem ser prefixados (nesse caso, o rendimento é definido no momento em que é feito o investimento) ou pós-fixados (isso significa que a rentabilidade está associada a algum índice, como o IPCA ou a taxa Selic, por exemplo).

Quando comprados, os títulos têm um prazo de vencimento, que significa o dia em que o governo pagará ao investidor o dinheiro que ele investiu.

O investidor também pode negociar os títulos antes dessa data, mas receberá o valor de mercado do título naquele momento, que pode ser maior ou menor que o estipulado para o vencimento.

No caso dos títulos, o dinheiro é depositado ou retirado na conta do investidor no dia seguinte ao da ordem de venda ou compra.

Qual o grau de risco desse investimento?

Os títulos são investimentos de baixo risco, pois o governo é o credor. Mas, se o investidor vender seus títulos antes da data de vencimento, o ganho ou a perda estará sujeito ao valor de mercado do título naquele momento.

Na renda fixa, a regra de rentabilidade é sempre definida no momento do investimento. Uma das principais características dos títulos prefixados é que o investidor sabe exatamente a rentabilidade que irá receber se mantiver o título até a data de vencimento. São mais indicados em momento de queda da taxa de juros.

Já os títulos pós-fixados têm sua rentabilidade relacionada a um indexador que varia ao longo do tempo. Assim, a rentabilidade da aplicação é composta pela variação de um indexador (IPCA ou Selic) e mais uma taxa de juros prefixada.

Essa característica de ter um indexador que varia conforme a variação da inflação (IPCA) ou da taxa de juros básica da economia (Selic) diminui o risco desses títulos, visto que o investidor fica protegido da inflação ou da variação da taxa de juros.

No site do Tesouro Direto há um questionário para ajudar o investidor a escolher qual é o título mais adequado aos seus objetivos (link: http://zip.net/byrRxZ).

Taxas

As operações com títulos públicos estão sujeitas ao pagamento de taxas. Verifique isso antes de escolher sua aplicação.

As taxas cobradas no Tesouro Direto são diferentes das taxas cobradas pelos fundos. As taxas cobradas no Tesouro Direto são:

Taxa de custódia: é uma taxa de 0,3% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada pela BM&FBovespa, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos.

Esta taxa é cobrada semestralmente, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, ou na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros, venda ou vencimento do título), o que ocorrer primeiro. A taxa é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título.

Taxa de serviços: Bancos e corretoras também podem cobrar taxas de serviços livremente acordadas com os investidores. Há instituições que não cobram nenhuma taxa, enquanto outras cobram a cada operação realizada. As taxas cobradas pelas instituições estão disponíveis para consulta no site do Tesouro Direto (link http://zip.net/byrryW). O investidor deve confirmá-las no momento da contratação.

Imposto de Renda

Há incidência de Imposto de Renda em função do prazo da aplicação (quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menor será a alíquota cobrada).

Veja a tabela:

  • Até 180 dias: 22,5%
  • De 181 a 360 dias: 20%
  • De 361 a 720 dias: 17,5%
  • Acima de 720 dias: 15%

Se o dinheiro ficar investido por um prazo inferior a 30 dias, haverá também cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Qual o valor mínimo para investir?

A quantidade mínima de compra é a fração de 0,01 título, ou seja, 1% do valor de um título, desde que respeitado o valor mínimo de R$ 30,00.

O valor máximo para aplicação é R$ 1 milhão por mês.

Não há limite financeiro para venda.

 

Fonte : http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/guias-financeiros/guia-como-aplicar-dinheiro-no-tesouro-direto.htm

 

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